LIGAÇÃO A SECO RIO GRANDE – SÃO JOSÉ DO NORTE TEM O AVAL DO DNIT

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A informação me foi repassada pelo superintendente regional da instituição, Hiratan Pinheiro da Silva, ao Deputado Federal Alexandre Lindenmeyer-PT/RS em recente encontro em Porto Alegre. Foto: Divulgação

O Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para a construção da ligação a seco entre Rio Grande e São José do Norte está aprovado no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A informação me foi repassada pelo superintendente regional da instituição, Hiratan Pinheiro da Silva, ao Deputado Federal Alexandre Lindenmeyer-PT/RS em recente encontro em Porto Alegre.

Os próximos passos preveem apresentação do estudo em audiência pública, a contratação do Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), e a mobilização para garantir que os recursos para a elaboração do projeto de engenharia e construção da ponte sejam incluídos no orçamento geral da União. A audiência já está marcada com o Ministro dos Transportes para o dia 26 de abril, quando serão conidadas representações da região sul para que o processo possa avançar. ‘É uma caminhada significativa a ser feita, mas estamos empenhados no sentido de transformar em realidade esse sonho que impulsionará o desenvolvimento econômico e social do nosso Estado’, disse o o Deputado Alexandre Lindenmeyer.

MOBILIDADE EM RIO GRANDE

Na reunião no DNIT, Lindenmeyer também tratou de situações pontuais a respeito da mobilidade de trânsito em Rio Grande. Alternativas para uma demanda antiga da comunidade, que é o alargamento da pista de rodagem entre a Via 9 e a Via 1, e do entroncamento da BR-392 com o Lote 4, em frente à empresa Termasa/Tergrasa, onde se formam sucessivos congestionamentos de veículos nos períodos de safra e carregamentos de navios. A ideia é utilizar a área de expansão para duplicação em ambos os lados, permitindo maior fluidez do trânsito.

Outra demanda importante foi a pavimentação do acesso da BR-392 até a empresa Martini Meat, por meio de trecho municipal que desemboca na Via 7, chegando até a Via 1, o que permitirá melhor mobilidade na região. O superintendente Hiratan sugeriu encaminhamentos para essas questões e ficou de verificar se há espaço contratual e financeiro para obras no trecho entre a Via 9 e entroncamento da BR-392.