GABRIEL SOUZA SERÁ O COORDENADOR DA TRANSIÇÃO NO RS

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Eduardo Leite, ao lado de Gabriel Souza (E), em reunião com líderes das siglas aliadas Anselmo Cunha / Agência RBS

DA ZH.COM – Bruno Pancot

O governador reeleito Eduardo Leite-PSDB designou o vice seu vice, Gabriel Souza-MDB para a coordenação política da transição de governo do RS. Gabriel ficará responsável pelas conversas com os líderes de MDB, Podemos, PSD, União Brasil e da federação PSDB-Cidadania, legendas que integraram a chapa desde o início da campanha. Já o atual chefe da Casa Civil, Artur Lemos, será o coordenador técnico da transição. Lemos terá a missão de apresentar à equipe os dados e as informações sobre os programas do Piratini que já estão em andamento.

Por enquanto, nada de nomes para o novo secretariado. Leite explicou que, primeiro, serão discutidos os eixos temáticos do governo – social, ambiental, econômico, fiscal e educação. Depois, serão anunciados os nomes do primeiro escalão. Nem mesmo o número de secretarias está definido. Sem exemplificar, Leite diz que funções que hoje estão em determinadas pastas podem migrar para outras. Além disso, é dado como certo que a educação terá prioridade na montagem do governo. — O meu primeiro governo esteve especialmente dentro da agenda fiscal, o desafio fiscal urgente para o Estado. Agora que temos as contas em dia, é um desafio novo. Vamos aproveitar a transição para analisar rearranjos da estrutura para ter um governo que dê melhores respostas — ponderou

Os dirigentes que embarcaram na aliança vitoriosa no segundo turno, casos de PDT, PSB e SOLIDARIEDADE, também serão convidados para as próximas reuniões de formatação do governo. Na semana passada, em reunião com prefeitos, Leite já havia adiantado que o secretariado deve ser anunciado no início de dezembro. Parte da atual equipe deverá permanecer.

Até a próxima quarta-feira (9), os partidos aliados devem indicar representantes para discutir os eixos temáticos da nova gestão. Estão previstos workshops e um seminário geral, em 30 de novembro, quando os estudos com as prioridades do governo devem ser concluídos.