MAIS UMA SEMANA SEM ALERTAS NEM AVISOS NO RS

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O governo do Estado segue chamando atenção para a importância da busca pela dose de reforço.

Com estabilidade de indicadores, RS não tem Alertas ou Avisos nesta semana

Governador Ranolfo, ao lado da chefe de Gabinete, Flávia Frey, coordenou reunião – Foto: Itamar Aguiar / Palácio Piratini

Coordenada pelo governador Ranolfo Vieira Júnior, a reunião do Gabinete de Crise desta quarta-feira (20/4) terminou sem emissão de Alertas ou Avisos no Sistema 3As de Monitoramento, responsável pelo gerenciamento da pandemia no Rio Grande do Sul. É a sexta semana em que o Estado não dispara Alertas ou Avisos.

Nos últimos sete dias, a média móvel de casos confirmados apresentou redução de 18%. Assim, a incidência semanal é de 110,1 casos por 100 mil habitantes. No mesmo período, o número de internados, entre suspeitos e confirmados, aumentou 9% – 23 internações em leitos clínicos e redução de 14 em UTI. A taxa de ocupação das UTIs do Estado está em 65,3%.

A média móvel dos últimos sete dias de internados em leitos clínicos, entre suspeitos e confirmados, é de 297, uma redução de 11,9% em relação à semana passada. Já a média móvel de internados em UTIs, entre suspeitos e confirmados, é 135, 7,5% inferior à semana passada.

Nesta semana, foram contabilizados 49 óbitos, uma média de sete mortes por dia. Isso representa queda de 10,9% em relação à semana anterior.

O governo do Estado segue chamando atenção para a importância da busca pela dose de reforço. Até o momento, 87,1% da população residente do Estado já fez uma dose ou a dose única; 78,8% está com o esquema vacinal primário (duas doses ou dose única) e 48,4% das pessoas já tomaram as três doses do imunizante contra Covid-19.

Na semana passada, o painel da vacinação contra o coronavírus no Estado (vacina.saude.rs.gov.br) passou a apresentar uma nova forma de informar os dados relativos a pessoas consideradas com esquema vacinal completo. Até então, eram apresentadas as pessoas com duas doses ou dose única recebidas. A partir da nova sistemática, considerando adultos (com 18 anos ou mais), isso passa a valer para quem recebeu a dose de reforço.