
De O GLOBO – Por Madson Gama, Geraldo Ribeiro e Luiz Ernesto Magalhães
Intoxicação por metanol: os sete erros dos falsificadores; veja dicas de cartilha com alertas sobre as bebidas adulteradas
De tampa defeituosa a preços baixos demais: saiba como identificar indícios de falsificação em destilados e evitar riscos de intoxicação por metanol
Após as mortes suspeitas por intoxicação com metanol em bebidas adulteradas registradas em São Paulo e Pernambuco, a Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape) lança amanhã, em parceria com a Secretaria estadual de Defesa do Consumidor, uma cartilha para orientar consumidores. O guia reúne os sete erros mais comuns cometidos por falsificadores e destaca cuidados que vão da análise da tampa ao local de compra, além de recomendar o descarte correto das garrafas para evitar que embalagens sejam reutilizadas.
Veja os sete erros dos falsificadores:
- Tampa – Desconfie de lacres imperfeitos, borrados ou com vazamentos. Destilados devem ter selo do IPI em papel-moeda no topo.
- Nível do líquido – Compare garrafas do mesmo rótulo. O enchimento segue padrão. Detritos não são normais em destilados (exceto mistos e compostos).
- Rótulo – Não deve ter erros de grafia. O design é de alta qualidade e precisa trazer registro no Ministério da Agricultura.
- Garrafa – Embalagem em más condições, com arranhões ou sinais de reutilização, é sinal de alerta.
- Preço – Promoções existem, mas valores muito abaixo da média podem indicar risco. Prefira vendedores de confiança.
- Aparência – Bebidas ilegais costumam apresentar tampa amassada, cor desbotada ou líquido turvo.
- Local de compra – Conheça a procedência e valorize fornecedores de boa reputação.











