DESTAQUE DE SÁBADO: BANCO PELOTENSE – podcast

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Mônica Beatriz Corrêa Meyer Russomano concedeu entrevista ao Treze Horas sobre o fechamento do Banco Pelotense.

O ‘Destaque de Sábado’ de hoje relembra uma das mais tradicionais instituições financeiras do Rio Grande do Sul e até mesmo do Brasil: O BANCO PELOTENSE. O Treze Horas leva aos seus ouvintes, através de entrevista com uma profunda conhecedora da história – Mônica Beatriz Corrêa Meyer Rossomano, como foi a falência, o fechamento desta ‘marca’ forte do sul do estado.

Banco Pelotense foi sediado em Pelotas, foi fundado em fevereiro de 1906 e liquidado em janeiro de 1931. Os pecuaristas e charqueadores da época se concentravam principalmente em Pelotas, sentiam necessidade de uma instituição bancária que garantisse recursos financeiros para suas atividades, uma vez que os bancos então existentes preferiam direcionar financiamentos para o comércio e para a indústria.

BANCO PELOTENSE EM 1916.
BANRISUL HOJE
Em 1906, conseguiram juntar três mil CONTOS DE REIS como capital inicial do empreendimento, com o apoio de comerciantes e profissionais liberais. A 5 de fevereiro, em assembléia solene, foram aprovados os estatutos do banco e no dia 15 iniciaram-se efetivamente suas atividades. O controle acionário ficou em poucas mãos. Dos principais acionistas, Plotino Amaro Duarte foi diretor do banco ao longo de toda a sua história, e o coronel Alberto Rosa desde a fundação até sua morte, em 1923.

 

O BANRISUL, relata Mônica na entrevista, herdou, por ocasião do fechamento do Banco Pelotense, 45 agências, boa parte no oeste do Paraná e na Ilha do Governador. Ano de 1931. (Depoimento do dr. Candiota:-” Era um espólio incomensurável!”). A falência do Banco Pelotense não tem nada a ver com o fim do Ciclo do Charque, segundo ela.

O ‘Memória do Treze Horas’ relembra neste sábado o BANCO PELOTENSE – através desta didática entrevista coma especialista Mônica Beatriz Corrêa Meyer Russomano. ACOMPANHE: