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Tag: lourenço cazarré

A RELIGIÃO DOS DESERTOS, OS DEUSES DE AREIA

A religião dos desertos, os deuses de areiaLourenço Cazarré*Publicado originalmente no site: www.paginaum.ptO mesmo também se diga do ferreiro sentado à bigorna com a...

UMA OBRA-PRIMA À ALTURA DE MACHADO DE ASSIS

Uma obra-prima à altura de Machado de Assis Livro de Lourenço Cazarré premiado em Portugal ganha edição brasileira                 ...

CONTOS MARCADOS PELA MELANCOLIA

Contos marcados pela melancolia Novo livro de Lourenço Cazarré reúne trabalhos publicados entre 1984 e 2022 Adelto Gonçalves (*) Forjado no dia a dia do jornalismo, em...

O HOMEM TODO VESTIDO DE PRETO

O HOMEM TODO VESTIDO DE PRETOLourenço Cazarré*Publicado originalmente no site: www.paginaum.pt O sol morria no horizonte, vermelho, mas o calor permanecia sobre a cidade, sufocando-a,...

O BRASIL, DESCULPEM, NÃO É MAIS O PAÍS DO FUTEBOL

O BRASIL, DESCULPEM, NÃO É MAIS O PAÍS DO FUTEBOLLourenço Cazarré*Publicado originalmente no site: www.paginaum.pt  Mesmo inexperto em coisas de futebol (assisti a três jogos...

UMA IRONIA BEM-HUMORADA E GENTIL

Uma ironia bem-humorada e gentil Lourenço Cazarré* Tenho uma certeza quase absoluta de que foi em 1971 que tive, no Colégio Municipal Pelotense, dois professores aos...

SOVA, TUNDA, CAMAÇADA, SURRA, SUMANTA, COÇA

SOVA, TUNDA, CAMAÇADA, SURRA, SUMANTA, COÇALourenço Czarré*Publicado originalmente no livro O soldado amarelo e no portal www.paginaum.pt Credo! Não exagero quando vos digo que, naquela noite, senti...

MIGRANTES DE CUIA E BOMBA

Migrantes de cuia e bomba (*) Lourenço Cazarré* Não faz muito, o Correio Braziliense publicou uma nota sobre os jornalistas pelotenses que trabalham aqui na capital...

O HOMEM QUE AMAVA OS CLÁSSICOS RUSSOS

O HOMEM QUE AMAVA OS CLÁSSICOS RUSSOSPublicado originalmente no site PAGINA UM - https://paginaum.pt/Lourenço Cazarré* Rindo, pestanejando e ameaçando a mancha verde com os dedos,...

AS MORTES DE ED MORT

As mortes de Ed Mort (*) Lourenço Cazarré* Mort. Ed Mort. Meu nome estava no atestado de óbito. Portanto, eu estava morto. Mas senti uma ponta...