DESTAQUE DE SÁBADO: RODRIGO GONZALEZ E A MEDULA ÓSSEA

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Rodrigo Gonzalez, doação de medula óssea e um depoimento marcante.

O programa do dia 18 de novembro, segunda-feira, foi marcante pela narrativa de um dos integrantes da equipe Treze Horas. O depoimento de Rodrigo Gonzalez, filho do também colaborador José Fernando Gonzalez, emocionou os ouvintes com sua narrativa referente ao processo de ‘Doação de Medula Óssea!’

Em outubro último, Rodrigo passou pela experiência de ser chamado para fazer o processo de ‘doação de sua medula’ à um receptor que ele nem mesmo conhece. Após ter se cadastrado no ‘banco de medula óssea’, através do Hemocentro Regional de Pelotas, Rodrigo pensou que nunca seria chamado para o processo. O jovem empresário, proprietário da empresa ‘Dr. Multas’, inclusive tinha uma aversão as agulhas de seringas, mas em um dia de 2019 tudo mudou quando recebeu uma chamada informando que havia um ‘paciente’ compatível com sua medula e que ele seria requisitado a doação.

Rodrigo disse durante sua participação no Treze que ficou muito feliz em ter feito a doação. O registro foi feito há mais de dez anos e o chamado aconteceu em abril deste ano. A doação, em Porto Alegre, em centro especializado se deu no último mês de outubro.

COMO É FEITO PROCESSO

– A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação de 24 horas.

– A medula é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções.

– O procedimento leva em torno de 90 minutos.

– A medula óssea do doador se recompõe em apenas 15 dias.

– Nos primeiros três dias após a doação pode haver desconforto localizado, de leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples.

– Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana após a doação.

AFÉRESE

Há outro método de doação chamado coleta por aférese. Foi o método a que se submeteu Rodrigo Gonzalez! Neste caso, o doador faz uso de uma medicação por cinco dias com o objetivo de aumentar o número de células-tronco (células mais importantes para o transplante de medula óssea) circulantes no seu sangue. Após esse período, a pessoa faz a doação por meio de uma máquina de aférese, que colhe o sangue da veia do doador, separa as células-tronco e devolve os elementos do sangue que não são necessários para o paciente. Não há necessidade de internação nem de anestesia, sendo todos os procedimentos feitos pela veia.

A decisão sobre o método de doação mais adequado é exclusiva dos médicos assistentes, tanto do paciente quanto do doador, e será avaliada em cada caso. A doação a que se submeteu Rodrigo, segundo seu depoimento no programa foi pelo método chamado de aférese, também conhecido por plaquetaférese, que é realizada através de um procedimento no qual o sangue é retirado da veia do doador, passa por um kit onde ocorre a separação e extração das plaquetas e os demais componentes do sangue são devolvidos ao doador.

Foi um depoimento inédito no Treze Horas da última segunda-feira. Um programa que merce um destaque especial proporcionado pelo jovem Rodrigo Gonzalez e que é o nosso ‘DESTAQUE DE SÁBADO’, que referenda o principal depoimento da semana do Treze Horas. Fica aqui a nossa homenagem a Rodrigo Gonzalez!

O Programa contendo o depoimento de Rodrigo Gonzales está no site www.pelotas13horas.com.br/programas – Abaixo:

Programas