
Ocorreu nesta segunda-feira a segunda sessão de audiência pública destinada a discutir a concessão da chamada Rota Portuária do Sul, que abrange trechos das BR 116 e BR 392. O contrato com a Ecovias Sul, que administrava o trecho de 459,6 quilômetros, foi encerrado no dia 4 de março.
A sessão, organizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT -, buscou apresentar, por cerca de 40 minutos, o projeto desenvolvido pelos técnicos da Infra S.A. junto ao Ministério dos Transportes. Ainda, colher sugestões para o aprimoramento das minutas de edital e contrato, do Programa de Exploração da Rodovia (PER) e dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental do projeto. A primeira audiência ocorreu na última quinta-feira, em Brasília (DF).
A projeção da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para as novas praças de pedágio da Rota Portuária do Sul deverá ter um custo 60% menor em relação às antigas praças concessionadas pela Ecovias Sul. Apesar da previsão de 14 praças – contra as 5 anteriores – somados, os valores ainda são inferiores aos praticados pela empresa que encerrou as atividades no dia 3 de março. Mesmo com mais pórticos previstos no sistema free flow, o custo total de viagens longas pode cair pela metade ou mais em comparação com o modelo antigo. O valor e a forma de concessão continuam sendo discutidos.
Em Pelotas, a pauta será tratada nesta terça-feira (17), às 14h, no auditório Dom Antônio Zattera, na sede da Universidade Católica.










