
REMINISCÊNCIAS.
Clayton Rocha*
SAUDADES DO SOL, SAUDADES DO TREM!
Nesse segundo quesito, a Zona Sul abandonou-se miseravelmente em ousadias, em entrelaçamentos de âmbito regional e em parcerias turísticas!
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O Sul do Rio Grande delicia-se durante as vinte e quatro horas do dia com as suas calmarias e os seus silêncios sepulcrais.
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FELIZMENTE……
(isso não vale para o Agro, nem para o berço do arroz, nem para Serviços, nem para os notáveis avanços em Informática, nem para a Construção Civil, nem para inúmeras ações voltadas para o empreendedorismo).
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SOMOS UMA VOZ À PROCURA DE NOVAS IDEIAS!
NO CAMPO DO TURISMO, POR EXEMPLO.
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Tá faltando um só discurso regional, todos por uma causa, diferenças postas de lado, e muita energia na palavra, de preferência sendo pronunciada com contundência, lá na tribuna de um Parlamento.
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Só assim ressurgiríamos com a mesma energia política de tribunos de outros tempos…. AQUELES HOMENS QUE FORAM CAPAZES DE COMOVER PEDRAS e de ENCANTAR BRUTOS.
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ATÉ OS PRÓXIMOS 50 BILHÕES DE ANOS…_______________________________
UMA FRASE QUE DIZ MUITO!
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Diante de certas dores e desencantos profundos, até é bem interessante perder-se a noção do tempo. Gilberto Gil, o autor da frase “até os próximos 50 bilhões de anos” é aquele jovem dos anos 70 que se hospedava no Hotel Manta, endereço no qual batia longos papos conosco, (A turma do “Pop Show” Trilhotero-Pepsi da rádio da Católica), e que vinha participar de promoções da rádio da Universidade Católica de Pelotas, a R/U, para apresentar-se diante de seus fãs naquele endereço certo: -O Teatro Guarany.
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Pois a frase forte de Gilberto Gil pronunciada ontem, ao despedir-se de Preta, me fez lembrar da força dos números, e de certas datas, e do meu talão de cheques: – Sempre que assino um cheque (eu ainda os uso, por apreciá-los) costumo dizer ao Caixa: – “Por favor, hoje é o dia 26 de julho de 2080?”. O caixa então acha graça, e alguns respondem, outros não dizem nada.
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Portanto, ao ler a frase de despedida de Gilberto Gil: – “Até os próximos 50 bilhões de anos!” me senti inserido no contexto e acabei viajando no tempo para recuperar aquela máxima de Dante Allighieri: – O tempo passa e o homem não se dá conta, avaliação preciosa e precisa que absolutamente ninguém costuma levar em consideração.
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Pois a esta altura de nossas vidas recomendo ao leitor que vejamos alguns números:- 2025, 2080, ou 2100… ou daqui a 50 bilhões de anos! Afinal de contas, qual é o “significado” dessas datas num “exercício de futurologia” que seja merecedor – por ora – de alguns pontos de Interrogação?
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Ao concluir, insisto com essa pergunta: – Qual a importância desses números pelo tempo afora? E sinto-me no direito de pedir ao leitor, neste instante, e humildemente, que ele ofereça – nos comentários – a generosidade de uma resposta.
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